Eu sou Napoleão Bonaparte! E você, quem é?
Já pararam para pensar como a humanidade está cada vez mais louca?!
Quanto mais conheço as pessoas, mais intimidades criam, mais medo eu tenho de acordar um dia cercado de 6 bilhões de Napoleões Bonaparte.
Não falo da loucura crescente que se tornou a existência humana.
Falo das neuroses, dos surtos, dos rompantes das pessoas. Pessoas próximas: não internadas em manicômios judiciários.
Obviamente, não tenho a pretensão de ser normal. Mas convenhamos: estão extrapolando!
Tenho um sem-número de amigos loucos. Malucos beleza, é claro, mas malucos.
Tem o(a) estopim: a qualquer momento uma mão pode se virar em direção ao teu rosto, a qualquer momento ele(a) pode explodir, a qualquer momento ele(a) pode ter um surto.
Tem o(a) neurótico(a)-psicótico(a): aquele que desenvolve linhas de pensamento, filosofias e rotinas muito próprias. Estapafúrdias, loucas, impensáveis, amedrontadoras. Mas próprias.
Tem a que se acha linda, que se acha rica, que se acha cobiçada, que se acha santa, meiga (meigalinha). Uma louca tão insegura, tão insegura, tãããããooo insegura, que extrapola e jura – e pior, acredita - que é o que – é latente – não é.
Tem o que curte ser maluco. Sim, ele GOSTA. Gosta de ter pequenos momentos de insensatez, gosta de surtar em momentos apoteóticos, gosta do profile de excêntrico. Gosta, o que, por si só, já é uma loucura: gostar de ser maluco.
Tem a M.A.D.A. (Mulher que ama demais anônima): de fácil e agradável convivência, mas que, em momentos de mínima insegurança, lhe arranha o carro, lhe estapeia o rosto, grita, pula, ricocheteia, te mata. Mata-te, mas não é louca o suficiente para se matar!
O mundo se transformou em um fábrica de loucos em constante produção, um hospício de portas abertas, um manicômio social, um Beto Carreiro World de Napoleões.
Quem sabe, daqui algum tempo, não serão os “normais” a serem apontados como loucos?!
- Ih, Cuidado! Olha o Beltrano! Ele não morde, não joga merda da janela de casa, não fala sozinho, não morde a maçaneta. Cuidado, que ele é normal!
Quanto mais conheço as pessoas, mais intimidades criam, mais medo eu tenho de acordar um dia cercado de 6 bilhões de Napoleões Bonaparte.
Não falo da loucura crescente que se tornou a existência humana.
Falo das neuroses, dos surtos, dos rompantes das pessoas. Pessoas próximas: não internadas em manicômios judiciários.
Obviamente, não tenho a pretensão de ser normal. Mas convenhamos: estão extrapolando!
Tenho um sem-número de amigos loucos. Malucos beleza, é claro, mas malucos.
Tem o(a) estopim: a qualquer momento uma mão pode se virar em direção ao teu rosto, a qualquer momento ele(a) pode explodir, a qualquer momento ele(a) pode ter um surto.
Tem o(a) neurótico(a)-psicótico(a): aquele que desenvolve linhas de pensamento, filosofias e rotinas muito próprias. Estapafúrdias, loucas, impensáveis, amedrontadoras. Mas próprias.
Tem a que se acha linda, que se acha rica, que se acha cobiçada, que se acha santa, meiga (meigalinha). Uma louca tão insegura, tão insegura, tãããããooo insegura, que extrapola e jura – e pior, acredita - que é o que – é latente – não é.
Tem o que curte ser maluco. Sim, ele GOSTA. Gosta de ter pequenos momentos de insensatez, gosta de surtar em momentos apoteóticos, gosta do profile de excêntrico. Gosta, o que, por si só, já é uma loucura: gostar de ser maluco.
Tem a M.A.D.A. (Mulher que ama demais anônima): de fácil e agradável convivência, mas que, em momentos de mínima insegurança, lhe arranha o carro, lhe estapeia o rosto, grita, pula, ricocheteia, te mata. Mata-te, mas não é louca o suficiente para se matar!
O mundo se transformou em um fábrica de loucos em constante produção, um hospício de portas abertas, um manicômio social, um Beto Carreiro World de Napoleões.
Quem sabe, daqui algum tempo, não serão os “normais” a serem apontados como loucos?!
- Ih, Cuidado! Olha o Beltrano! Ele não morde, não joga merda da janela de casa, não fala sozinho, não morde a maçaneta. Cuidado, que ele é normal!
